Açaí com Share & Likes

  • Arquivo
  • RSS

Vamos falar sério? Post de conscientização sobre a Meningite #TodosContraAMeningite

Em dezembro, o Instituto Pedro Arthur - http://www.institutopedroarthur.org.br, em parceria com a Novartis, fez um evento para a conscientização sobre a Meningite.

A ideia foi transmitir a importância de saber mais sobre essa doença, que mata 40 pessoas por dia no Brasil. E muitas destas mortes poderiam ser evitadas.

Por isso é muito importante falarmos sobre ela. Fazer uma corrente. 

Abaixo tem informações importantes sobre a doença e como podemos preveni-la. Existe um vídeo para auxiliar a disseminação dessas informações. O link é: http://youtu.be/Smntg6f0IfQ

#TodosContraAMeningite

Uma doença com 500 mil novos casos e 50 mil mortes por ano, no mundo. No Brasil, em 2011, foram registrados cerca de 2.800 casos da doença meningocócia.

Você já deve ter ouvido falar dela… mas sabe realmente o que é a doença meningocócica? Essa doença é uma infecção causada por uma bactéria.

  • O que acontece de fato: uma inflamação nas membranas que revestem o sistema nervoso central e a infecção pode atingir o sangue. 
  • O quanto é perigosa: sua evolução é rápida e tem alta letalidade. Mesmo em países com assistência médica adequada, a letalidade chega a 40%.
  • Possíveis sequelas: problemas neurológicos e motores, perda de visão ou audição e até amputação de membros
  • Quem pode contrair: crianças e adultos jovens, mas em situações epidêmicas, a doença pode atingir pessoas de todas as faixas etárias. 

A transmissão é respiratória. Escolas, creches, universidades e qualquer local com grande aglomeração de pessoas  propiciam a contaminação.

Alguém com a bactéria pode não desenvolver a doença, mas pode transmiti-la pela tosse, beijo ou compartilhamento de bebidas e alimentos.

O jeito é prevenir! Hábitos de higiene e evitar aglomerações podem prevenir doenças com risco de contágio respiratório, mas também existem vacinas.

    • #JustMigrated
  • Há 1 mês
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Especialista da Coca Cola dá dicas de como construir uma marca “social” (em inglês)

Coke’s Clark (left) and me at the Fortune MPW Summit

In social media, Coke is it. Coca-Cola is the biggest consumer brand on Facebook (FB). At the Fortune Most Powerful Women Summit earlier this month, I interviewed Wendy Clark, SVP of  Integrated Marketing Communications and Capabilities at Coca-Cola (KO). The day before we hit the stage, Clark sent me an email to share her ideas. That email, which she wrote on the plane on her way to southern California, was so helpful and so smart that yesterday, after Coke reported its quarterly earnings, I pinged her to ask if she would let me share it with you. She graciously agreed. So here are Wendy Clark’s seven rules for building a mega-brand in social media:

1. Be share-worthy in everything you do.

In a market that is now completely socially connected, we increasingly are thinking about our audience in two ways: our Initial Audience—those we can reach directly (52 MM Facebook fans, 600k Twitter followers, 18MM My Coke rewards members, etc)—and our Ultimate Audience, which is those people whom our Initial Audience can reach for us. For Coca-Cola, our Facebook fans are just over one fan or friend away from the entire Facebook community of 1 billion+. So if we do our job well of developing useful, compelling, interesting and share-worthy content, our fans become our sales force for us.

2. Listen. Then respond authentically and humanly.

The days of hiding behind two-sentence corporate statements have to end. This is easier said than done. We’re still unlearning this. Consumers and all constituents expect more. Coca-Cola isn’t a faceless corporation to them; it’s a brand they love and enjoy throughout their day. So when they interact with us, they expect that same experience: a human interaction. There are more than 15,000 Tweets everyday on brand Coca-Cola; any that are a question, we answer. We have to. Consumers’ expectations are that we’re listening and responding.

3. Think big. Start small. Scale fast.

If you have an ambition that you want to double the size of your business in, say, 10 years, you had better have a big innovation pipeline to help get you there. When we’re at our best, we think massively, but we beta and test that thinking in small bets to learn. To meet our innovation (and growth) ambitions, we are trying to get much better at discussing failures or learnings. For a big company like ours, it’s critical. Because we’re built for scale and if we don’t get better at testing, learning and then scaling, we have the potential of scaling the wrong thing perfectly.

4. Social is not a silver bullet. But social can make everything else better.

So much is made of social media and marketing that we can tend to overrate what it can do. We do not see social marketing as a standalone. Rather, our mantra for our media and connections planning is “social at the heart.” So we think in terms of ideas and campaigns that are social (share-worthy) at their core and then we think about how we can amplify the ideas and campaigns. Too often, we get asked if our TV investment is declining and our social/digital investment growing.  This is the wrong question. It’s not an EITHER, it’s an AND.

5. Content is the new currency. Create accordingly.

With 72 hours of content uploaded every minute on YouTube (GOOG), the world is not suffering from lack of content. With this in mind, content creation has to be useful, interesting, important, share-worthy. We learned this in seeing the difference in interaction level between status updates and Tweets that we wrote vs. those that our agencies wrote. We also learned that replication isn’t always a good thing in social marketing.  When we had a hit viral video in Coca-Cola Happiness machine, our first instinct was to replicate the film. We did that and had a fraction of the views.

6. We might be shepherds, stewards and guardians of our brands, but we no longer control them.

At best, we get to participate and co-create with our fans. I’d estimate that 10-20% of the content and conversation on our brands comes from us. The other 80%+ comes from others. So we need to get invited in to these communities and co-create with our fans.

7. Think of your constituents as storytellers.

Taking the principle of Initial and Ultimate audiences, we’re increasingly thinking about all of our constituents as storytellers, not just receivers of our content. This includes our consumers, employees, NGO partners, media, etc.. So our principle becomes that we create content and tell stories that we want to be retold.

Here’s a clip from my interview with Clark:

Posted in: Coca-Cola, Facebook, Wendy Clark
via postcards.blogs.fortune.cnn.com

 

    • #JustMigrated
  • Há 7 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+

O comercial do Facebook para comemorar 1 bilhão de usuários (via @updaters_)

O comercial do Facebook para comemorar 1 bilhão de usuários

por Fabricio Teixeira em Thursday, October 4, 2012 · 168 views

Criado pela Wieden+Kennedy, dirigido por Alejandro Gonzalez Inarritu, veiculado somente na web, no próprio Facebook e em milhares de blogs por aí.

No post oficial que divulgou o comercial hoje cedo, a seguinte frase:

“it’s a moment to honor the people we serve.”

O comercial será traduzido para 12 línguas diferentes e exibido para usuários de 13 países, incluindo aqueles onde a rede social tem conseguido maior crescimento: Brazil, India, Indonésia e México.

via updateordie.com

Bem bacana!

    • #JustMigrated
  • Há 7 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+

#vaga em aberto na @inpresspni do RJ: Web Designer Pleno. Veja os requisitos.

Região: Rio de Janeiro / RJ
Perfil da vaga: Web Designer Pleno
Regime de Contratação: CLT
Formação: Desenho Industrial / Design Gráfico

Inglês é fundamental

Experiência / Qualificações requeridas: 

  • Experiência de 5 anos;
  • Conceituação, criação de identidade, desenvolvimento e gestão de campanhas e projetos digitais como sites, hotsites, newsletters, emails mkt e aplicativos;
  • Conhecimento de arquitetura de informação e navegabilidade;
  • Criação Gráfica e desdobramento de campanhas para diversas plataformas e peças;
  • Diagramação de peças online em geral;
  • Programação em HTML e flash;
  • Pesquisa fotográfica;
  • Tratamento de imagens;
  • Fechamento de arquivo;
  • Diagramação e animação de Power Point de média complexidade;
  • Gestão de demandas da área(cronogramas e processos);
  • Desenvolvimento de parcerias e gestão de fornecedores;
  • Conhecimento e aplicação de padrões web e protocolos internacionais

Características:

  • Criatividade, iniciativa e imaginação;
  • Capacidade de adaptação a novas técnicas;
  • Habilidades de comunicação e relacionamentos interpessoais;
  • Flexibilidade para trabalhar em equipe e por conta própria;
  • Capacidade de trabalhar com prazos apertados;
  • Ser multitarefa;
  • Entrega completa e precisa;
  • Capacidade de resolução de problemas de forma autônoma

Os cv´s deverão ser encaminhados para: rh.rj@inpresspni.com.br 

No assunto do email, favor informar: Designer/RJ

    • #JustMigrated
  • Há 8 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Apesar de perder usuários no Brasil, Twitter quer crescer por aqui

O Twitter anda em baixa no Brasil. A rede social estagnou e perdeu audiência no País exatamente no momento em que ele fortalece sua expansão internacional com planos, inclusive, de abrir um escritório em São Paulo.



Getty Images
Dick Costolo, CEO do Twitter: empresa passa por momento ruim no Brasil

Dados divulgados pela consultoria ComScore na semana passada mostram que o Twitter perdeu 24% da audiência no Brasil em 12 meses.

Isto significa que a rede - que foi sucesso no Brasil antes do Facebook se popularizar - hoje tem 3,7 milhões de acessos a menos. Em julho de 2011, a audiência total do site foi de 12,9 milhões de acessos únicos. Um ano depois, o número ficou em 9,7 milhões.

O Brasil é um pioneiro em redes sociais. O Twitter, criado em 2006, demorou mais tempo para se popularizar, mas com adoção de empresas de comunicação, políticos e famosos, ele pegou e continua a ter influência. Depois do Orkut, o Facebook se tornou a maior rede social do País no ano passado.

Fator Facebook

Foi o momento em que o Twitter começou a cair. “O Twitter não está perdendo importância e nem está havendo diminuição no uso de redes sociais. O que está ocorrendo é uma reacomodação em consequência da expansão do Facebook no Brasil”, diz José Calazans, analista do Ibope Nielsen Online. “Até o ano passado, o Twitter tinha um grande volume de mensagens que eram brincadeiras, memes e outras postagens com o objetivo de gerar reconhecimento entre os amigos. Com o crescimento do Facebook, essas brincadeiras começaram a deixar o Twitter.”

Segundo Calazans, não há indícios de que a queda na audiência ocorra em outros países, o que reforça a tese de reacomodação. Em comparação com os EUA, fica clara a diferença. Lá, houve um crescimento de 22%, passando de 32,7 milhões de acessos em 2011 para 40,2 milhões em 2012, também de acordo com a ComScore.

E na terra natal do Twitter as previsões são otimistas. A empresa de pesquisa eMarketer estima que a quantidade de usuários ativos chegará a 28 milhões em 2013; em 2010 eram 16 milhões. E a taxa de uso diário também cresce: 8% dos usuários de internet no país estão no Twitter. Há um ano, eram 4%.

Uma pesquisa da consultoria Semiocast coloca o Brasil como segundo país com maior número de contas no Twitter. Elas somavam 40 milhões em julho (de um total de 517 milhões analisadas), mas a participação não é alta. Desses usuários, 40% têm apenas de um a cinco seguidores, o que mostra que os brasileiros não estão falando para audiências muito amplas, se é que estão falando coisa alguma - muitas contas estão abandonadas.

Os dados têm mostrado que o Twitter está perdendo espaço com o avanço de rivais como o Facebook e outras redes de foco mais específico, como Pinterest e Tumblr. A questão é saber se ele terá o mesmo destino do Orkut, que deixou de ser a ferramenta social preferida.

Falta de vínculo emocional prejudica Twitter

Procurado pela reportagem, o Twitter não respondeu aos pedidos de entrevistas. Mas outros especialistas concordam com a tese da migração. “A principal explicação para essa queda é o crescimento do Facebook”, diz Rafael Venturelli, coordenador de inteligência e performance da agência Remix, especializada em internet e redes sociais. Para ele, os brasileiros são levados ao site de Mark Zuckerberg pelo fato de ser uma rede com características pessoais: a possibilidade de ser amigo, montar álbuns, bater papo. “As pessoas se sentem mais a vontade em criar o seu cantinho e viver em comunidade com seus iguais”, afirma.

Bia Granja, curadora do festival de cultura digital YouPix, concorda. “Acho que a queda se deve ao fato de o Twitter não ser uma rede focada em relacionamento”, diz. Perceber as reações dos seguidores é difícil. A única certeza de que alguém leu algo que o usuário publicou é um retweet ou um comentário. Um “curtir” no Facebook é mais fácil.

Para Venturelli, outra barreira para os brasileiros é a frieza do microblog: “O Twitter é uma zona. É uma rede mais impessoal e veloz. Lá você não precisa pedir autorização, pode falar com qualquer um, a qualquer momento, e tudo é muito rápido”. O Brasil, porém, ainda é muito ativo. O projeto A World of Tweets, que calcula a origem das mensagens enviadas no site, atesta isso. O Brasil é o segundo país que mais twittou desde o início da medição, em 2010. Temos 23% dos tweets mundiais, e os EUA, 27%. O adversário mais próximo é a Indonésia, com 11%. “Os acessos podem ter caído, mas a produção continua em alta”, diz Bia Granja.

Desembarque no Brasil

O Twitter está longe de agir como uma empresa prestes a “subir no telhado”. Em agosto, anunciou que vai melhorar a ferramenta para anunciantes. Será mais fácil direcionar tweets promovidos a um público específico.

O eMarketer estima que o faturamento passe dos atuais US$ 260 milhões anuais para US$ 540 milhões em 2014. O Brasil está nos planos. Há seis vagas de emprego abertas para o futuro escritório que o Twitter deve inaugurar no Brasil, de olho na Copa do Mundo de 2014 e na Olimpíada de 2016. E se os números podem decepcionar, eles também alimentam as esperanças do Twitter.

Na onda da transição da web para o celular, o passarinho vai junto. Em um universo em que um quarto dos 4 bilhões de celulares do mundo são smartphones, o potencial de crescimento ainda é alto. Metade dos usuários acessa a rede pelo telefone. Nos EUA, 9% de todas as pessoas que têm celulares usam o Twitter, segundo o instituto Pew Internet Research.

Talvez os tweets nunca fiquem tão populares como as possibilidades que o Facebook oferece aos brasileiros. Mas sua vocação de rede de rápida disseminação de informações parece ter seu lugar. “Basta a novela entrar no ar, alguma notícia bombástica acontecer, que todos vão lá contribuir com seus 140 caracteres de opinião”, diz Rafael Venturelli.

via tecnologia.ig.com.br

Tomara!

    • #JustMigrated
  • Há 8 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+

HootSuite compra Seesmic de olho nos usuários com dinheiro | via @Tecnoblog

Apesar da queda do número de novos usuários no Brasil, a curva continua crescente nos EUA. Hootsuite está de olho nisso e a gente só vai acompanhando daqui.

Duas firmas tão dependentes do ecossistema do Twitter anunciaram um acordo nesta quinta-feira. A HootSuite, diretamente do Canadá, decidiu comprar a empresa Seesmic, esta baseada no Vale do Silício, por um valor não revelado. Querem atrair os clientes do Seesmic para a empresa maior e deixar os usuários comuns de fora da jogada – eles deverão gerenciar perfis pelo próprio Twitter e Facebook, conforme diz o site TechCrunch.

Mais de 4 milhões de usuários se logam no HootSuite para gerenciar contas em redes sociais. Quantos deles pagam pelo serviço permanece um mistério. O CEO do HootSuite disse não saber em quanto a base de clientes aumentará com a aquisição do Seesmic. Entretanto, afirmou que a transação tem mais a ver com os usuários do que com a tecnologia do Seesmic – o que não faz o menor sentido; deveriam ter o número na ponta da língua.

Uma recente modificação na API do Twitter pode ter levado ao acordo. O serviço de microblog avisou que novos aplicativos teriam número limitado de usuários. Não é segredo: o Twitter quer controlar com mais propriedade aquilo que os tuiteiros fazem. Dar opções de apps atrapalha esse objetivo.

Entretanto, as ferramentas especializadas têm sua importância. Ajudam companhias a organizarem estratégias e ter números para mostrar depois, para dizer o mínimo. O HootSuite (com Seesmic) foca neste público consumidor. Só assim para aumentar o faturamente sem chegar ao limite de usuários cadastrados pelo app.

O CEO do HootSuite explicou que uma das vantagens da ferramenta diz respeito às várias redes suportadas. De um mesmo aplicativo dá para gerenciar Twitter e Facebook, algo que nenhuma ferramenta nativa do Twitter jamais fornecerá.

Leia o artigo original no site Tecnoblog: http://tecnoblog.net/112993/hootsuite-compra-seesmic/

    • #JustMigrated
  • Há 8 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+

88% das empresas brasileiras utilizam, pelo menos, um canal nas redes via @JornalOGlobo

88% das empresas brasileiras utilizam, pelo menos, um canal nas redes


O Global Social Media Check-Up 2012 saiu este mês e confirmou o engajamento das principais empresas mundiais nas redes sociais. O estudo examinou o uso de mídias sociais pelas 100 Top Global Companhias da Fortune. Atualmente, 87% delas estão em pelo menos uma rede social, número que aumentou 10% em relação a 2010.

Entre as empresas da América Latina, as brasileiras são as mais engajadas, com 88% presentes em algum canal digital, seguidas pelas venezuelanas (84%). Entre as redes sociais mais populares, o Twitter, assim como nos últimos dois anos, continuou sendo a plataforma mais utilizada em canais corporativos, com 82%. O número médio de seguidores nesses perfis triplicaram (14.709) em relação ao ano passado, cuja a média era de 5,076. Já 79% dessas empresas são bem engajadas na rede social, utilizando os recursos de retweet e menções. Este ano, foram mais de 340 milhões de tweets por dia e mais de 1 bilhão a cada três dias.

O YouTube ultrapassou o Facebook na preferência das empresas. Segundo a pesquisa, 79% estão presentes com canais de vídeos, enquanto 74% utilizam a rede de Zuckerberg. No YouTube, cada empresa tem, em média, mais de 2 milhões de visualizações e cerca de 1.700 assinantes. No Facebook, a média de pessoas que falam sobre a página da empresa chega a 6.101 usuários. As companhias retribuem o engajamento, com 93% atualizando seu conteúdo semanalmente e 70% delas respondendo às interações através de comentários e publicações na timeline.

A pesquisa ainda mostra que as empresas também estão inovando quando o assunto é redes sociais e buscam presença também nos novos canais que são lançados, com 48% presente no Google+ e 25% no Pintrest.

Artigo completo em: http://oglobo.globo.com/blogs/mercadodigital/posts/2012/08/21/88-das-empresas…

    • #JustMigrated
  • Há 8 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+
Olhar Digital: Twitter perde 24% de audiência no Brasil em um anoTwitter perde 24% de audiência no Brasil em um ano



Em julho de 2011, eram 12,916 milhões de acessos únicos; um ano depois, 9,774 milhões
O Twitter já não desfruta dos bons tempos de anos atrás, quando era febre no Brasil pelo crescimento contínuo. Dados da consultoria britânica comScore, relevados no sábado, atestam que a rede perdeu 24% de audiência; foi de 12,916 milhões de acessos únicos, em julho de 2011, para 9,774 milhões no mês passado.
A estimativa é que o Brasil tenha atualmente 40 milhões de contas no Twitter. Levantamento realizado pela Enken, empresa de publicidade digital, informa que o número de pessoas que não acessaram a rede no último ano cresceu de 20% para 25%. A constatação torna-se mais desanimadora quando comparada ao desempenho em 2009, por exemplo, quando o Twitter teve alta de 459% nos acessos em abril, em relação ao mesmo mês do ano anterior.
Ao passo que a rede cai, o Facebook só cresce por aqui. Pesquisa da Experian Hitwise, divulgada em agosto, aponta que o site de Mark Zuckerberg se consolida cada vez mais em solo nacional, sendo a preferida de 55% dos internautas. O Orkut, detentor de 46% da preferência há um ano, despencou para 12,49%, enquanto o Twitter figura entre as últimas opções com 2,3%.
Nos EUA, ao contrário do Brasil, o Twitter cresce. No mesmo período avaliado, a rede passou de 32,7 milhões para 40,2 milhões de acessos este ano, um salto de 22%.
Original no Olhar Digital: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/twitter-perde-2…
View Separately

Olhar Digital: Twitter perde 24% de audiência no Brasil em um ano

Twitter perde 24% de audiência no Brasil em um ano

Em julho de 2011, eram 12,916 milhões de acessos únicos; um ano depois, 9,774 milhões

O Twitter já não desfruta dos bons tempos de anos atrás, quando era febre no Brasil pelo crescimento contínuo. Dados da consultoria britânica comScore, relevados no sábado, atestam que a rede perdeu 24% de audiência; foi de 12,916 milhões de acessos únicos, em julho de 2011, para 9,774 milhões no mês passado.

A estimativa é que o Brasil tenha atualmente 40 milhões de contas no Twitter. Levantamento realizado pela Enken, empresa de publicidade digital, informa que o número de pessoas que não acessaram a rede no último ano cresceu de 20% para 25%. A constatação torna-se mais desanimadora quando comparada ao desempenho em 2009, por exemplo, quando o Twitter teve alta de 459% nos acessos em abril, em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Ao passo que a rede cai, o Facebook só cresce por aqui. Pesquisa da Experian Hitwise, divulgada em agosto, aponta que o site de Mark Zuckerberg se consolida cada vez mais em solo nacional, sendo a preferida de 55% dos internautas. O Orkut, detentor de 46% da preferência há um ano, despencou para 12,49%, enquanto o Twitter figura entre as últimas opções com 2,3%.

Nos EUA, ao contrário do Brasil, o Twitter cresce. No mesmo período avaliado, a rede passou de 32,7 milhões para 40,2 milhões de acessos este ano, um salto de 22%.

Original no Olhar Digital: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/twitter-perde-2…

    • #JustMigrated
  • Há 8 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Redes sociais influenciam metade dos paulistanos a comprar pela web

Pesquisa com cerca de mil internautas de São Paulo revelou que informações veiculadas nas chamadas redes sociais, como Orkut, Facebook e Twitter, influenciam as decisões de compra, pela internet ou não, de 48,64% dos consultados. O estudo foi feito pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio SP), em maio.

A grande maioria dos internautas paulistanos participa de redes sociais. Na capital, 87,94% dos internautas fazem parte de alguma destas redes, índice que aumenta para 92,08% na faixa entre 18 e 35 anos. Deste total de internautas, cerca de um quatro (25,17%) fazem compras por meio das redes sociais. Dos que ainda não o fizeram, 18,79% se mostraram propensos a aderir a este tipo de compra, segundo a pesquisa.

saiba mais
  • Facebook mantém liderança entre redes sociais no Brasil, diz estudo
  • Brasil é o segundo maior país no Facebook, diz pesquisa

A pesquisa sobre o comportamento dos usuários da internet tem por objetivo identificar hábitos de consumo na rede mundial de computadores, uso de redes sociais e questões relacionadas aos crimes eletrônicos e será divulgada pela Fecomercio SP no 4º Congresso de Crimes Eletrônicos e Formas de Proteção, que acontece nesta quinta (23) e sexta-feiras (24).

O Facebook é a rede social mais popular entre os internautas, com a preferência de 90,02% dos paulistanos em 2012, aumento de 35,98% em relação ao ano passado. O Twitter também teve um aumento expressivo, de 11,89 pontos percentuais, e agora é utilizado por 30,95% dos internautas, conforme apontou o estudo.

Além disso, os pesquisadores constataram que mais da metade dos paulistanos utilizam a internet para fazer compras, o chamado e-commerce: 62,71% do total de internautas consultados, o que representa um crescimento de 11,21% em relação a 2011. A praticidade no momento de efetuar a compra é o principal motivo apontado, seguido por preço e confiança na empresa. Além disso, citaram variedade de produtos e o marketing como vantagens em relação à compra presencial.

Em contrapartida, o medo de fraudes é o que mais afasta o internauta das compras onlines, índice que subiu de 52,69% em 2011 para 61,04% em neste ano. O custo final da compra, com o valor do frete embutido, por outro lado, deixou de ser um empecilho para a maior parte dos usuários. Hoje, a questão é apontada somente por 2,16% dos internautas, uma taxa 15,5 pontos percentuais abaixo da registrada em 2011. Porém, também aumentou receio de não receber um produto, situação que agora aflige 10,39% dos paulistanos.

Em relação ao quesito segurança, cresceu o número de internautas que já foi vítima de algum crime eletrônico. Segundo a pesquisa, atualmente este total é de 12,76% contra 8,48% registrados no ano anterior. A não entrega do produto comprado é o crime mais comum, atingindo 28,13% dos internautas que afirmaram já terem sido vítimas de algum crime eletrônico. Em seguida, afetando 21,09% deste público, está a clonagem de cartão.

Em terceiro lugar, empatados com 10,16%, estão o uso de dados pessoais, compras indevidas realizadas por meio do cartão de crédito e o desvio de dinheiro da conta bancária, que até 2011 era o crime mais comumente praticado por meio eletrônico. Segundo a pesquisa, ao menos 27,34% dos internautas que foram vítimas de um crime eletrônico não voltam a realizar compras pela internet.

via g1.globo.com

Eu estou nessa metade!

Posted via email from Share do @lebravo | Comment »

  • Há 9 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+

Facebook mantém liderança no Brasil; Google + cresce 5000% (sem piadas, por favor)

O Facebook liderou o ranking de redes sociais no Brasil em julho de 2012, com 54,99% da preferência nacional em visitas, mas viu um azarão dar uma disparada. Segundo dados da Experian Hitwise, o Google Plus teve um crescimento de 5.750% em visitas.

A ferramenta do Google, no entanto, ainda tem muito mercado para buscar.

De acordo com o levantamento, a rede tem 1,17% de participação no mercado, atrás do YouTube (17,92%), Orkut (12,42%), Windows Live Home (2,41%), Twitter (2,29%), Yahoo! Answers Brasil (1,70%) e do Badoo (1,55%).

O Google Plus só não perde para o Bate-papo UOL (1,10%) e para o Tumblr (0,31%), diz a Experian.

Ainda dentro do universo Google, o Orkut, apesar da terceira posição, apresentou uma queda de 33,69 pontos percentuais na comparação ano a ano.

De acordo com dados da Experian Hitwise, Redes Sociais e Fóruns lideram o ranking de categorias mais acessadas pelos usuários de Internet no Brasil, com 22,08% da preferência em julho de 2012, alta de 5,03 p.p. em relação ao mesmo período no ano passado.

Em segundo lugar ficou a categoria Ferramentas de Busca, com 12,44% dos acessos em julho de 2012, queda de 8,88 p.p. em relação a julho de 2011. A categoria Sites de E-mail ocupou o terceiro lugar no ranking, com 5,44%, seguida de Multimídia, com 4,97%, e Páginas Iniciais de Portais, com 4,55% da preferência dos usuários de internet no Brasil em julho de 2012.

matéria original: http://tecnologia.terra.com.br/noticias/0„OI6095491-EI12884,00-Facebook+mantem+lideranca+no+Brasil+Google+cresce.html via @TerraNoticiasBR

Posted via email from Share do @lebravo | Comment »

  • Há 9 meses
  • Link permanente
Share

URL curta

TwitterFacebookPinterestGoogle+
Página 1 de 13
← Mais recentes • Mais antigas →

Sobre

A ideia é compartilhar o que acho interessante sobre a área de Digital. Por isso o açaí no título.

Eu, nas redes

  • @lebravo on Twitter
  • Facebook Profile
  • lbtnet on Youtube
  • Lebravo on Foursquare
  • Linkedin Profile

Twitter

Instagram

loading tweets…

loading photos…

  • RSS
  • Aleatório
  • Arquivo
  • Celular
Effector Theme by Pixel Union